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Editorial

  • IEDentity
  • "Cenários do futuro"
  • Número 01 - 28 de fevereiro de 2018
Riccardo Marzullo
  • Riccardo Marzullo

Frequentemente, nos perguntamos quais serão os desafios do futuro, e quais os caminhos para construir novas oportunidades de desenvolvimento. Para responder a essas questões, o IED precisa participar dos atuais processos de inovação nos setores da educação e do conhecimento. Sobretudo, deve valorizar sua dimensão de network como verdadeiro diferencial.

Para que esse objetivo se converta em algo real, assim como para aprender a trabalhar junto em um contexto de rede, o primeiro passo é nos conhecermos melhor e compartilhar de maneira estrutural o capital científico, as reflexões sobre a cultura de projeto e as experiências vividas diariamente no IED.

É com esse espírito que nasce IEDENTITY, um projeto de comunicação que convoca todas as sedes do IED a compartilharem suas atividades, projetos e iniciativas, tornando visíveis os principais eventos realizados em cada cidade e que ocorrem nos arredores das sedes, com o fim de reforçar o sentimento de comunidade e favorecer a interação entre todos os membros do staff do Grupo IED.

Dessa forma, todas as sedes contribuem com sua pluralidade, partilhando as diferentes culturas e experiências de seus contextos locais. Além disso, o compartilhamento de saberes fará crescer o conhecimento produzido em cada região.

Foi o que demonstrou a exposição de 50 anos do IED, um brilhante momento de celebração de um modo de fazer visionário, cujo centro esteve sempre na pessoa do fundador desta instituição, Francesco Morelli, que queremos homenagear nesta primeira edição.

De fato, respondemos às perguntas iniciais graças a dois textos presentes no catálogo de La luna è una lampadina, escritos por Francisco Jarauta e Marco Zanini, e complementados com os testemunhos do novo membro do Comitê Científico, Luca De Biase, e de Alessandro Manetti, primeiro diretor que compartilha em IEDENTITY metodologias que podem ser valiosas para todo o IED.

Sem dúvida, descrever o futuro é sempre uma tarefa utópica, o traço de um novo horizonte que nossa comunidade provavelmente agradecerá, pois cada projeção de futuro serve sempre para revelar os desejos do presente e para tornar possível um mundo melhor. Afinal de contas, como dizia Peter Drucker, “o melhor modo de predizer o futuro é criá-lo”.

Riccardo Marzullo
Administrador Delegado del IED